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É muito comum que certas fragrâncias automaticamente nos remetam a determinadas lembranças, mas como são interligados o nariz e o cérebro?

Muitas vezes já deve ter acontecido com você enquanto caminhava tranquilo pela rua , de repente, sente o cheiro de algo que estava no ambiente, e em sua mente serem disparados memórias ou sentimentos de infância.

A fragrância do perfume da minha primeira namorada, o aroma de certas flores presentes no jardim da avó, ou o cheiro tão característico de uma simples omelete, traz lembranças tão vívidas que é possível sentir o gosto da comida.

Podemos até considerar o olfato um sentido não muito relevante, já que prestamos mais atenção a estímulos visuais ou auditivos, mas a capacidade de evocar lembranças do cheiro nos dá uma pista sobre a sua verdadeira importância.

Uma equipe da Universidade de Dresden, na Alemanha, utilizou a ressonância funcional para analisar quais áreas do cérebro são ativadas quando nos lembramos de algo através de um perfume e que essa lembrança é produzida por uma imagem.

Os resultados indicaram que as lembranças provocados pelo cheiro produziam uma maior ativação do cérebro. Este tipo de lembranças eram mais antigas, relacionadas particularmente com a infância; as mais emocionais, porque conectam-se diretamente com as áreas de processamento da emoção; e, além disso, produziam uma maior sensação de “viagem no tempo”.

Como funciona o olfato?

O processo através do qual as moléculas que flutuam no ar são captadas e transformadas pelo nosso cérebro, interpretamos como odores. Esse processo é tão complexo que conseguir decifrá-lo valeu a Linda Buck e Richard Axel o prêmio Nobel de física em 2004.

Temos uma área específica no nosso cérebro para a decodificação dos odores, o bulbo olfativo. Quando sentimos um aroma ou odor, os neurônios responsáveis pelo olfato enviam sinais a esta área. No bulbo olfativo existem, pelo menos, 1000 microrregiões especializadas em diferentes aromas. É o grande responsável por interpretar essas moléculas que percebemos como cheiros, aromas e fragrâncias.

Como o olfato se conecta com a memória?

O bulbo olfativo está conectado com outras partes importantes do cérebro. A principal é a amígdala, responsável pelo processamento da emoção. Por outro lado, também está ligado com o hipocampo, uma área especializada na memória e cognição.

Esta rede de ligações cruzadas entre a amígdala, o bulbo olfativo e no hipocampo é o que os pesquisadores identificam como a responsável pelas memórias produzidas pelos odores, porque vincula o olfato com as emoções e a memória.

A explicação de por que as lembranças evocados pelos odores costumam estar relacionados com a infância se explica porque, na época, descobrimos certos aromas, pela primeira vez, e nosso cérebro jovem é muito permeável às novas experiências. O impacto dessas novidades em nosso emocional é tão grande que deixa uma impressão duradoura em nossa mente.

Infelizmente, a ciência não conseguiu ainda encontrar um método em que os aromas nos ajudem a lembrar-se de informação relevante para exames e provas, onde deixamos as chaves do carro ou os aniversários. Mas, a pesquisa nesse sentido ainda deve continuar.

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