Marketing Olfativo

FIDELIZAR COM OS 5 SENTIDOS: MARKETING OLFATIVO.

 

Quando inspiramos um aroma, o cérebro ativa o sistema límbico, responsável pelas emoções, o cheiro fica guardado na memória e, geralmente, é associado a lugares, pessoas e momentos... Você já se perguntou por que o cheiro de bolo de fubá saindo do forno lembra a infância? Por que o aroma do protetor solar lembra as férias na praia? Por que um aroma lembra determinada pessoa? Até pouco tempo as empresas não se davam conta do grande efeito que um aroma é capaz de produzir. A identidade corporativa vai muito além de imagens “logotipo, campanhas publicitárias, som etc.”.

 

É importante envolver o consumidor em todos os sentidos. Cientificamente falando, o olfato é o sentido mais marcante do ser humano, tanto que quando uma pessoa sente um aroma novamente, é capaz de reviver todas as emoções sentidas anteriormente. Associar uma boa lembrança ou uma sensação agradável é uma forma de criar uma diferenciação extraordinária para a marca.

 

O ser humano lembra 35% dos cheiros, 5% do que vê, 2% do que escuta e 1% do que toca. Segundo estudo da Universidade de Rockefeller (New York).

 

A memória pode reter ate 10.000 aromas distintos, enquanto que só reconhece 200 cores, segundo Richard Axel y Linda Buck, Premio Nobel de Medicina em 2004.

 

O olfato requer uns cinco milhões de células olfativas, que transmitem a informação numa região do cérebro responsável pelas emoções e a memória.

 

83% do investimento em publicidade se concentram em mensagens que se percebem mediante a visão e o ouvido, deixando de lado o mais importante dos sentidos.

 

Caminhar pelo corredor de um shopping e ser atraído a uma loja por sentir um aroma irresistível. Esta é uma estratégia que o marketing olfativo possui para “fisgar” o cliente. Ao sentir novamente este aroma você se lembrará dos produtos e das boas sensações associadas àquele ambiente, e será induzido a novamente entrar na loja, este resultado indica que o marketing olfativo cumpriu sua função. Muito utilizado na Europa, Ásia e nos EUA, contudo para muitos no Brasil este conceito ainda é uma novidade. Os primeiros a utilizarem todo o seu potencial foram as grandes marcas.

 

A comunicação através do sentido mais usado pelo homem, a visão, precisava de algo que a completasse e o olfato conseguiu plenamente cumprir com essa função.

 

A Cheiro Bom presta assessoria em Marketing Olfativo e desenvolve fragrâncias exclusivas.